O Acidente vascular cerebral (AVC), denominado vulgarmente de “derrame cerebral”, é caracterizado pela perda rápida da função neurológica, provocado por um entupimento ou rompimento dos vasos cerebrais.
Como prevenir a primeira vez
O importante é ter um estilo de vida saudável:
- com exercício físico regular;
- uma alimentação equilibrada, com pouco sal, açúcares e gorduras saturadas;
- manter um peso adequado;
- consumir álcool apenas de forma ligeira;
- não fumar
Procurar o seu enfermeiro e médico de família para vigiar e controlar regularmente:
- Tensão arterial;
- Diabetes;
- Colesterol;
- Ritmo cardíaco, com a realização de electrocardiograma
Principais Sintomas que precedem o AVC
- Dor de cabeça intensa e súbita sem causa aparente
- Dormência nos braços e nas pernas
- Dificuldade de falar e perda de equilíbrio
- Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna do lado esquerdo ou direito do corpo
- Sensação de formigueiro na face, braço ou perna de um lado do corpo
- Perda súbita de visão em um olho ou nos dois
- Dificuldade de falar ou compreender a linguagem
- Vertigens associado a vontade de vomitar ou vómitos
O que fazer?
Se um familiar ou amigo sofrer um AVC fica com:
- Boca ao lado,
- menos força num braço,
- dificuldade em falar ou ver para um dos lados
Deite-o de lado, certifique-se que respire bem e ligue imediatamente para os Bombeiros ou 112.
Reabilitação
Após o AVC ocorrer há um árduo trabalho de reabilitação que inclui a parte motora (fisioterapia), terapia da fala, terapia ocupacional, de forma a voltar a ter uma vida como a que tinha antes do AVC.
O doente com AVC não pode ficar numa cama ou numa cadeira. Antes pelo contrário, deve ser estimulado para reintegrar a vida familiar, social e profissional, ainda que com limitações. De forma a adaptar-se, pode ser necessário, por exemplo, adaptar a casa de banho; mudar o quarto de dormir para um piso sem escadas, de fácil acesso; passar a usar calçado que aperte com velcro, em vez de cordões; vestir calças com elástico na cintura, em vez de fecho; vestir camisas com molas, em vez de botões.
Como prevenir a recorrência
- Seguir os cuidados acima referidos
- Tomar a medicação conforme prescrita pelo seu médico
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domingo, 12 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Pé Diabético e seus cuidados
O açúcar elevado no sangue (hiperglicemia) pode afectar os nervos dos pés e os vasos que levam o sangue para os pés.
Consequentemente, a lesão dos nervos provoca uma perda lenta da sensação de posição, de pressão, de dor e de temperatura e a pele torna-se mais seca, sem transpiração, mais grossa e sujeita ao aparecimento de fissuras.
E assim, pode aparecer uma ferida sem que a pessoa se aperceba, porque não dói.
Andando sobre ela, pode levar a consequências desastrosas.
Os vasos que levam o sangue para os pés ao estarem afectados pela hiperglicemia provocam dor nas pernas ou nos pés durante a marcha e os pés apresentam-se frios, pálidos, com a má circulação.
As feridas que aparecem nos pés, sem sensibilidade e com circulação de sangue deficiente (pés diabéticos) infectam facilmente e são difíceis de tratar.
Consequentemente, a lesão dos nervos provoca uma perda lenta da sensação de posição, de pressão, de dor e de temperatura e a pele torna-se mais seca, sem transpiração, mais grossa e sujeita ao aparecimento de fissuras.
E assim, pode aparecer uma ferida sem que a pessoa se aperceba, porque não dói.
Andando sobre ela, pode levar a consequências desastrosas.
Os vasos que levam o sangue para os pés ao estarem afectados pela hiperglicemia provocam dor nas pernas ou nos pés durante a marcha e os pés apresentam-se frios, pálidos, com a má circulação.
As feridas que aparecem nos pés, sem sensibilidade e com circulação de sangue deficiente (pés diabéticos) infectam facilmente e são difíceis de tratar.
Os Cuidados do Pé Diabético
1. Observe diariamente os seus pés e a planta, o calcanhar e os espaços entre os dedos e veja se encontra diferenças de cor de pele, bolhas, fissuras, calosidades e inchaços. Se não lhe é possível fazê-lo, por dificuldade na posição, use um espelho e se tem dificuldade de visão peça auxílio a outra pessoa.
2. Lave os pés todos os dias, durante 2 ou 3 minutos, usando sabonete neutro e água tépida (verifique sempre a temperatura da água) e não os “ponha de molho”. Seque-os muito bem, em particular nas zonas entre os dedos. Aplique um creme hidratante na planta e no dorso, (não entre os dedos), massajando bem.
3. Use uma lima de cartão para desgastar as unhas, movimentando-a em linha recta de um lado para o outro.
4. Use sempre sapatos com meias, mesmo no Verão.
5. Use meias de fibras naturais, como a lã ou o algodão, sem costuras e que não apertem demasiados as pernas.
6. Não ande descalço, de forma a diminuir o risco de lesões.
7. Não aqueça os pés com bolsas de água quente, nem aproxime os pés de aquecedores, lareiras ou outras fontes de calor.
8. Antes de calçar os sapatos, verifique com a mão, se não há qualquer objecto dentro deles.
9. Use sapatos confortáveis, adaptados ao seu pé, de forma que não haja zonas apertadas ou em que se exerça pressão excessiva. Os sapatos fechados protegem mais os pés, quer de “batidas” quer de pedras ou areias.
10. Não use calicidas, álcool, iodo ou produtos irritantes para cuidar dos pés.
11. Nas calosiadades pode usar pedra pomes de forma suave, mas não use limas, lixas ou objectos de corte, que possam irritar a pele.
12. Não fume, o cigarro prejudica a circulação sanguínea.
13. Consulte um Podologista regularmente de forma a prevenir qualquer tipo de alteração patológica.
E porque nunca é demais lembrar...
A pele dos diabéticos necessita de atenção redobrada.
A prevenção é o melhor tratamento, especialmente se é diabético.
Fonte:
SMELTZER, Suzanne; BARE, Brenda G. – Brunner & Suddarth: Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 9ª ed., vol.2. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2002.
domingo, 8 de março de 2009
A Diabetes tipo 2 é uma doença séria e progressiva!
Consulte o seu médico se…
…tiver muitas cãibras
…tiver muita comichão
…perder muito peso
…tiver muita sede
…sentir muito cansaço
…urinar muitas vezes
…vê cada vez menos
Evite as complicações tardias da diabetes, tais como…
…cegueira
…enfarte do miocárdio
…amputação
…insensibilidade
…trombose
…hemodiálise
Para mais informações:
Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (www.spedm.org / mail.geral@spedm.org)
Sociedade Portuguesa de Diabetologia (www.spd.pt / spd@diabetes.com.pt)
…tiver muitas cãibras
…tiver muita comichão
…perder muito peso
…tiver muita sede
…sentir muito cansaço
…urinar muitas vezes
…vê cada vez menos
Evite as complicações tardias da diabetes, tais como…
…cegueira
…enfarte do miocárdio
…amputação
…insensibilidade
…trombose
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