1. O que é o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
O novo vírus da Gripe A(H1N1)v, que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A(H1N1)v é transmissível entre os seres humanos.
2. Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v nos seres humanos são normalmente semelhantes aos provocados pela gripe sazonal:
•Febre (manifesta-se subitamente, com valores de temperatura acima dos 38 graus)
•Tosse
•Congestão nasal
•Dor de garganta
•Dores musculares
•Dor de cabeça
•Calafrios
•Fadiga
•Vómitos e/ou diarreia (geralmente não se manifestam na gripe sazonal)
Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que tenham contraído a infecção.
3. Como se infectam as pessoas com o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1)v é idêntico ao da gripe sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco.
O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc.
Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas (2 a 8 horas)nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.
4. Qual é o período de incubação da doença?
O período de incubação da Gripe A(H1N1)v, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, pode variar entre 1 e 7dias.
5. Durante quanto tempo uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a outras?
Os doentes podem infectar (contagiar) outras pessoas por um período até 7 dias, a que se chama período de transmissibilidade. É prudente, contudo, considerar que um doente mantém a capacidade de infectar outras pessoas durante todo o tempo em que manifestar sintomas.
6. A doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser tratada?
O novo vírus da gripe é sensível aos medicamentos antivirais oseltamivir e zanamivir.
7. Qual a melhor forma de evitar a disseminação do vírus, no caso de estar doente?
•Limite o contacto com outras pessoas, tanto quanto possível
•Mantenha-se em casa durante sete dias, ou até que os sintomas desapareçam, caso estes perdurem.
•Cubra a boca e o nariz quando espirrar ou tossir, usando um lenço de papel. Nunca com as mãos!
•Utilize lenços de papel uma única vez e coloque-os de imediato no lixo.
•Lave frequentemente as mãos com água e sabão, em especial após tossir ou espirrar.
•Pode usar toalhetes descartáveis com soluções alcoólicas.
8. Qual é a melhor técnica de lavagem das mãos?
Lavar as mãos frequentemente ajuda a evitar o contágio por vírus da gripe e por outros germes. Recomenda-se que use sabão e água, pelo menos durante 20 segundos. Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, que se adquirem nas farmácias e nos supermercados. Se utilizar um gel, esfregue as mãos até secarem e não use água.
9. Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A(H1N1)v?
Já existe uma vacina que protege as pessoas contra o vírus da Gripe A(H1N1)v, mas neste momento está disponivel apenas para grupos prioritários/ doentes de risco.
10. Estamos perante uma nova pandemia de gripe?
Uma pandemia de gripe é uma epidemia à escala mundial, provocada por um novo vírus da gripe que infecta uma grande parte da população. No século XX, houve três pandemias deste tipo: em 1918, 1957 e 1968. Em Portugal e nos outros países da Europa foram desenvolvidos, nos anos mais recentes, esforços consideráveis de preparação para uma pandemia, sendo que todos os Estados Membros da União Europeia têm planos de contingência nacionais.
Em 11 de Junho de 2009, a Organização Mundial de Saúde elevou para 6 o nível de alerta de pandemia. Esta alteração da Fase 5 para Fase 6 não está relacionada com o aumento da gravidade clínica da doença, mas sim com o crescimento do número de casos de doença e com a sua dispersão a nível mundial.
Fonte:
http://www.portaldasaude.pt/portal
sábado, 12 de dezembro de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
Acidente Vascular Cerebral
O Acidente vascular cerebral (AVC), denominado vulgarmente de “derrame cerebral”, é caracterizado pela perda rápida da função neurológica, provocado por um entupimento ou rompimento dos vasos cerebrais.
Como prevenir a primeira vez
O importante é ter um estilo de vida saudável:
- com exercício físico regular;
- uma alimentação equilibrada, com pouco sal, açúcares e gorduras saturadas;
- manter um peso adequado;
- consumir álcool apenas de forma ligeira;
- não fumar
Procurar o seu enfermeiro e médico de família para vigiar e controlar regularmente:
- Tensão arterial;
- Diabetes;
- Colesterol;
- Ritmo cardíaco, com a realização de electrocardiograma
Principais Sintomas que precedem o AVC
- Dor de cabeça intensa e súbita sem causa aparente
- Dormência nos braços e nas pernas
- Dificuldade de falar e perda de equilíbrio
- Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna do lado esquerdo ou direito do corpo
- Sensação de formigueiro na face, braço ou perna de um lado do corpo
- Perda súbita de visão em um olho ou nos dois
- Dificuldade de falar ou compreender a linguagem
- Vertigens associado a vontade de vomitar ou vómitos
O que fazer?
Se um familiar ou amigo sofrer um AVC fica com:
- Boca ao lado,
- menos força num braço,
- dificuldade em falar ou ver para um dos lados
Deite-o de lado, certifique-se que respire bem e ligue imediatamente para os Bombeiros ou 112.
Reabilitação
Após o AVC ocorrer há um árduo trabalho de reabilitação que inclui a parte motora (fisioterapia), terapia da fala, terapia ocupacional, de forma a voltar a ter uma vida como a que tinha antes do AVC.
O doente com AVC não pode ficar numa cama ou numa cadeira. Antes pelo contrário, deve ser estimulado para reintegrar a vida familiar, social e profissional, ainda que com limitações. De forma a adaptar-se, pode ser necessário, por exemplo, adaptar a casa de banho; mudar o quarto de dormir para um piso sem escadas, de fácil acesso; passar a usar calçado que aperte com velcro, em vez de cordões; vestir calças com elástico na cintura, em vez de fecho; vestir camisas com molas, em vez de botões.
Como prevenir a recorrência
- Seguir os cuidados acima referidos
- Tomar a medicação conforme prescrita pelo seu médico
Como prevenir a primeira vez
O importante é ter um estilo de vida saudável:
- com exercício físico regular;
- uma alimentação equilibrada, com pouco sal, açúcares e gorduras saturadas;
- manter um peso adequado;
- consumir álcool apenas de forma ligeira;
- não fumar
Procurar o seu enfermeiro e médico de família para vigiar e controlar regularmente:
- Tensão arterial;
- Diabetes;
- Colesterol;
- Ritmo cardíaco, com a realização de electrocardiograma
Principais Sintomas que precedem o AVC
- Dor de cabeça intensa e súbita sem causa aparente
- Dormência nos braços e nas pernas
- Dificuldade de falar e perda de equilíbrio
- Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna do lado esquerdo ou direito do corpo
- Sensação de formigueiro na face, braço ou perna de um lado do corpo
- Perda súbita de visão em um olho ou nos dois
- Dificuldade de falar ou compreender a linguagem
- Vertigens associado a vontade de vomitar ou vómitos
O que fazer?
Se um familiar ou amigo sofrer um AVC fica com:
- Boca ao lado,
- menos força num braço,
- dificuldade em falar ou ver para um dos lados
Deite-o de lado, certifique-se que respire bem e ligue imediatamente para os Bombeiros ou 112.
Reabilitação
Após o AVC ocorrer há um árduo trabalho de reabilitação que inclui a parte motora (fisioterapia), terapia da fala, terapia ocupacional, de forma a voltar a ter uma vida como a que tinha antes do AVC.
O doente com AVC não pode ficar numa cama ou numa cadeira. Antes pelo contrário, deve ser estimulado para reintegrar a vida familiar, social e profissional, ainda que com limitações. De forma a adaptar-se, pode ser necessário, por exemplo, adaptar a casa de banho; mudar o quarto de dormir para um piso sem escadas, de fácil acesso; passar a usar calçado que aperte com velcro, em vez de cordões; vestir calças com elástico na cintura, em vez de fecho; vestir camisas com molas, em vez de botões.
Como prevenir a recorrência
- Seguir os cuidados acima referidos
- Tomar a medicação conforme prescrita pelo seu médico
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Mês de Maio - Mês do Coração
Factores de risco cardiovascular
Existem dois tipos de factores de risco cardiovascular, nomeadamente um conjunto de factores individuais sobre os quais se pode influir e modificar e um conjunto de factores não-modificáveis, que também podem contribuir significativamente para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Entre os principais factores individuais de risco cardiovascular, encontram-se:
- tabaco
- sedentarismo
- stress
- obesidade e excesso de peso
- hipertensão arterial
- colesterol elevado
- síndrome metabólica
Existem contudo outros factores, fora do alcance da pessoa, que contribuem significativamente para um maior risco cardiovascular. Entre os factores não-modificáveis, encontram-se a idade avançada, o género masculino ou a história familiar. A combinação de parte destes factores de risco tem um efeito exponencial sobre o risco cardiovascular.
Dos factores de risco à doença cardiovascular:
A longo prazo, a acção dos factores de risco cardiovasculares pode resultar em aterosclerose – um processo de transformações patológicas na parte interior dos vasos sanguíneos que diminui drasticamente o seu diâmetro interno. A aterosclerose pode manifestar-se de diversas formas e pode inclusivamente afectar as artérias e veias em diferentes partes do corpo (seja no coração, cérebro, rins ou pernas, e mesmo nas válvulas cardíacas).
Pode levar anos ou décadas, até que a aterosclerose seja detectável em resultados clínicos. Daí a importância em reconhecer os factores de risco cedo, para que se possa agir sobre os mesmos em tempo útil. Minimizá-los pode prevenir o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
Existem dois tipos de factores de risco cardiovascular, nomeadamente um conjunto de factores individuais sobre os quais se pode influir e modificar e um conjunto de factores não-modificáveis, que também podem contribuir significativamente para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Entre os principais factores individuais de risco cardiovascular, encontram-se:
- tabaco
- sedentarismo
- stress
- obesidade e excesso de peso
- hipertensão arterial
- colesterol elevado
- síndrome metabólica
Existem contudo outros factores, fora do alcance da pessoa, que contribuem significativamente para um maior risco cardiovascular. Entre os factores não-modificáveis, encontram-se a idade avançada, o género masculino ou a história familiar. A combinação de parte destes factores de risco tem um efeito exponencial sobre o risco cardiovascular.
Dos factores de risco à doença cardiovascular:
A longo prazo, a acção dos factores de risco cardiovasculares pode resultar em aterosclerose – um processo de transformações patológicas na parte interior dos vasos sanguíneos que diminui drasticamente o seu diâmetro interno. A aterosclerose pode manifestar-se de diversas formas e pode inclusivamente afectar as artérias e veias em diferentes partes do corpo (seja no coração, cérebro, rins ou pernas, e mesmo nas válvulas cardíacas).
Pode levar anos ou décadas, até que a aterosclerose seja detectável em resultados clínicos. Daí a importância em reconhecer os factores de risco cedo, para que se possa agir sobre os mesmos em tempo útil. Minimizá-los pode prevenir o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Pé Diabético e seus cuidados
O açúcar elevado no sangue (hiperglicemia) pode afectar os nervos dos pés e os vasos que levam o sangue para os pés.
Consequentemente, a lesão dos nervos provoca uma perda lenta da sensação de posição, de pressão, de dor e de temperatura e a pele torna-se mais seca, sem transpiração, mais grossa e sujeita ao aparecimento de fissuras.
E assim, pode aparecer uma ferida sem que a pessoa se aperceba, porque não dói.
Andando sobre ela, pode levar a consequências desastrosas.
Os vasos que levam o sangue para os pés ao estarem afectados pela hiperglicemia provocam dor nas pernas ou nos pés durante a marcha e os pés apresentam-se frios, pálidos, com a má circulação.
As feridas que aparecem nos pés, sem sensibilidade e com circulação de sangue deficiente (pés diabéticos) infectam facilmente e são difíceis de tratar.
Consequentemente, a lesão dos nervos provoca uma perda lenta da sensação de posição, de pressão, de dor e de temperatura e a pele torna-se mais seca, sem transpiração, mais grossa e sujeita ao aparecimento de fissuras.
E assim, pode aparecer uma ferida sem que a pessoa se aperceba, porque não dói.
Andando sobre ela, pode levar a consequências desastrosas.
Os vasos que levam o sangue para os pés ao estarem afectados pela hiperglicemia provocam dor nas pernas ou nos pés durante a marcha e os pés apresentam-se frios, pálidos, com a má circulação.
As feridas que aparecem nos pés, sem sensibilidade e com circulação de sangue deficiente (pés diabéticos) infectam facilmente e são difíceis de tratar.
Os Cuidados do Pé Diabético
1. Observe diariamente os seus pés e a planta, o calcanhar e os espaços entre os dedos e veja se encontra diferenças de cor de pele, bolhas, fissuras, calosidades e inchaços. Se não lhe é possível fazê-lo, por dificuldade na posição, use um espelho e se tem dificuldade de visão peça auxílio a outra pessoa.
2. Lave os pés todos os dias, durante 2 ou 3 minutos, usando sabonete neutro e água tépida (verifique sempre a temperatura da água) e não os “ponha de molho”. Seque-os muito bem, em particular nas zonas entre os dedos. Aplique um creme hidratante na planta e no dorso, (não entre os dedos), massajando bem.
3. Use uma lima de cartão para desgastar as unhas, movimentando-a em linha recta de um lado para o outro.
4. Use sempre sapatos com meias, mesmo no Verão.
5. Use meias de fibras naturais, como a lã ou o algodão, sem costuras e que não apertem demasiados as pernas.
6. Não ande descalço, de forma a diminuir o risco de lesões.
7. Não aqueça os pés com bolsas de água quente, nem aproxime os pés de aquecedores, lareiras ou outras fontes de calor.
8. Antes de calçar os sapatos, verifique com a mão, se não há qualquer objecto dentro deles.
9. Use sapatos confortáveis, adaptados ao seu pé, de forma que não haja zonas apertadas ou em que se exerça pressão excessiva. Os sapatos fechados protegem mais os pés, quer de “batidas” quer de pedras ou areias.
10. Não use calicidas, álcool, iodo ou produtos irritantes para cuidar dos pés.
11. Nas calosiadades pode usar pedra pomes de forma suave, mas não use limas, lixas ou objectos de corte, que possam irritar a pele.
12. Não fume, o cigarro prejudica a circulação sanguínea.
13. Consulte um Podologista regularmente de forma a prevenir qualquer tipo de alteração patológica.
E porque nunca é demais lembrar...
A pele dos diabéticos necessita de atenção redobrada.
A prevenção é o melhor tratamento, especialmente se é diabético.
Fonte:
SMELTZER, Suzanne; BARE, Brenda G. – Brunner & Suddarth: Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 9ª ed., vol.2. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2002.
sábado, 18 de abril de 2009
Dia Mundial da Saúde
No passado dia 7 de Abril, foi o Dia Mundial da Saúde.
Deste modo, achei importante salientar o tema escolhido este ano pela O.M.S. (Organização Mundial de Saúde) para as comemorações deste dia: “Salvar vidas - Hospitais seguros em situações de emergência”, bem como o facto de se comemorarem 30 anos do Serviço Nacional de Saúde Português.
Deixo aqui um link para 'reflexão':
http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/ministerio/comunicacao/discursos+e+intervencoes/dia+saude.htm
Haja Saúde!!
Deste modo, achei importante salientar o tema escolhido este ano pela O.M.S. (Organização Mundial de Saúde) para as comemorações deste dia: “Salvar vidas - Hospitais seguros em situações de emergência”, bem como o facto de se comemorarem 30 anos do Serviço Nacional de Saúde Português.
Deixo aqui um link para 'reflexão':
http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/ministerio/comunicacao/discursos+e+intervencoes/dia+saude.htm
Haja Saúde!!
domingo, 8 de março de 2009
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
LINHAS DE APOIO À MULHER VÍTIMA:
SOS MULHER
808 200 175 (Linha Azul)
INFORMAÇÃO MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
800 202 148
SOLIDARIEDADE À MULHER
808 202 710
SOS MULHER – Açores:
Angra do Heroísmo – 295 217 860
Ponta Delgada – 296 283 221
SOS MULHER
808 200 175 (Linha Azul)
INFORMAÇÃO MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
800 202 148
SOLIDARIEDADE À MULHER
808 202 710
SOS MULHER – Açores:
Angra do Heroísmo – 295 217 860
Ponta Delgada – 296 283 221
A Diabetes tipo 2 é uma doença séria e progressiva!
Consulte o seu médico se…
…tiver muitas cãibras
…tiver muita comichão
…perder muito peso
…tiver muita sede
…sentir muito cansaço
…urinar muitas vezes
…vê cada vez menos
Evite as complicações tardias da diabetes, tais como…
…cegueira
…enfarte do miocárdio
…amputação
…insensibilidade
…trombose
…hemodiálise
Para mais informações:
Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (www.spedm.org / mail.geral@spedm.org)
Sociedade Portuguesa de Diabetologia (www.spd.pt / spd@diabetes.com.pt)
…tiver muitas cãibras
…tiver muita comichão
…perder muito peso
…tiver muita sede
…sentir muito cansaço
…urinar muitas vezes
…vê cada vez menos
Evite as complicações tardias da diabetes, tais como…
…cegueira
…enfarte do miocárdio
…amputação
…insensibilidade
…trombose
…hemodiálise
Para mais informações:
Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (www.spedm.org / mail.geral@spedm.org)
Sociedade Portuguesa de Diabetologia (www.spd.pt / spd@diabetes.com.pt)
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